domingo, 18 de outubro de 2009

Deru em O Estado de S. Paulo

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O presidente Lula tem todo o direito de apoiar um candidato. Mas não vivemos num regime de capitania hereditária em que o presidente apoia e automaticamente o candidato está consagrado.

José Serra, governador de S. Paulo
Comente Ler comentários (60) Enviado por Ricardo Noblat - 18.10.2009| 19h52m
Polícia encontra dois corpos em operação

Denúncia sobre corpos chegou ao Serviço de Inteligência da PM. No sábado (17), 12 pessoas morreram durante vários confrontos.

Do G1

A Polícia Militar informou, no início da noite deste domingo (18), que dois corpos, ainda não identificados, foram encontrados durante uma operação no Morro São João, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Segundo o major Oderlei Santos, relações públicas da PM, a ação contou com a ajuda de cães farejadores.

A denúncia de que haveria três corpos na favela chegou ao Serviço de Inteligência da corporação através de moradores do local. O terceiro corpo, de acordo com a PM, não foi encontrado. Ainda não há informações se os mortos são vítimas dos confrontos de sábado (17), em várias favelas da região.

Desde o fim da tarde, policiais militares do 6º BPM (Tijuca) fazem buscas em diversas comunidades da Zona Norte e subúrbio da capital fluminense para tentar localizar criminosos que participaram dos confrontos deste final de semana.

No sábado, 12 pessoas morreram durante vários confrontos entre traficantes e policiais na Zona Norte da cidade.

Entre as vítimas estão dois PMs, que estavam em um helicóptero que explodiu durante pouso forçado.

Além do Morro São João, a polícia realiza buscas nas comunidades de Quieto e dos Macacos, e nas favelas da Matriz e do Jacarezinho.

Leia mais em: Polícia encontra dois corpos em operação no Morro São João

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Enviado por Severino Motta - 18.10.2009| 18h11m
Suplicy pede e Pânico não transmite desfile de cueca

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) pediu aos dirigentes do programa Pânico na TV, da Rede TV, que não exibissem suas imagens desfilando pelo Congresso com uma cueca vermelha por cima do paletó.

Segundo ele, o pedido foi atendido.

Suplicy usou a cueca numa referência ao 'Super Homem' numa matéria que Sabrina Sato buscava “senadores Super Heróis”.

A ação foi considerada abusiva por diversos senadores e o corregedor do Senado, Romeu Tuma (PTB-SP), abriu um processo para avaliar se ele quebrou ou não o decoro parlamentar fazendo uso do adereço.

Em nota à imprensa, Suplicy disse que em nenhum momento pensou que a brincadeira poderia denegrir a imagem do Senado.

Falou também que o charme da apresentadora Sabrina Sato foi o responsável por convencê-lo a usar a cueca heróica.

Sabrina, aliás, é figura presente no Congresso nas últimas semanas. Além de fazer matérias, também está namorando o deputado Fábio Faria (PMN-RN), ex de Adriane Galisteu, que usou a cota de passagens da Câmara para levar a antiga namorada e sua sogra para os Estados Unidos.



Foto: Roberto Stuckert Filho / Agência O Globo

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Enviado por Ricardo Noblat - 18.10.2009| 17h39m
PM diz que mais inocentes podem ter morrido no Rio

Da Agência Brasil

O comandante da Polícia Militar do Rio de Janeiro, coronel Mário Sérgio Duarte, reconheceu hoje (17) que pode haver mais inocentes entre as vítimas do confronto, no Morro dos Macacos, zona norte da capital, no último sábado (17), quando a PM combateu uma disputa entre traficantes rivais, e recorreru a um neologismo para explicar a situação.

Segundo ele, “pessoas engajadas no confronto” podem ter sido classificadas equivocadamente como criminosas.

Ontem, a cúpula da Segurança Pública divulgou que a operação da PM no morro terminou com dois militares mortos e seis feridos, dez “pessoas engajadas mortas”, além de três moradores feridos.

No entanto, contestado por famílias de vítimas “engajadas”, Mário Sérgio Duarte explicou que os números são preliminares e serão confirmados no decorrer das investigações.

Leia mais em: Comando da PM do Rio diz que mais inocentes podem ter morrido em confronto

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Enviado por Ricardo Noblat - 18.10.2009| 16h59m
Deru em O Estado de S. Paulo
A caravana do São Francisco (Editorial)

Desde a primeira hora da excursão de três dias do presidente Lula e frondosa comitiva pelas margens do Rio São Francisco, alegadamente para "vistoriar" as obras da transposição das suas águas em Minas, Bahia e Pernambuco, ficou claro que o único motivo do giro era o de promover a candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, que o acompanhava, junto ao povo da região e ao público dos telejornais.

Ao discursar, na quarta-feira, em Buritizeiro (MG), por exemplo, ele se traiu ao dizer que no projeto original da operação "não estava previsto a gente fazer comício". O que não se sabia é que cada detalhe da viagem foi determinado pelos resultados de uma pesquisa sobre a capacidade de Lula de transferir votos para o candidato que indicar.

A revelação está na reportagem Lula testa transposição de votos às margens do Rio S. Francisco, de Raymundo Costa, na edição de sexta-feira do jornal Valor. É a prova de que o presidente não só transgride a legislação eleitoral ao conduzir a campanha antecipada da sua escolhida - que estancou nas sondagens de intenção de voto -, mas utiliza descaradamente a máquina federal e o dinheiro do contribuinte para "emoldurar a imagem da candidata" e apresentá-la ao "melhor público do presidente, o Nordeste", no dizer da matéria.

Ali, onde a sua votação em 2006 ficou próxima de 80% e onde é simplesmente venerado, Lula fabrica oportunidades em série para reforçar a idolatria e, em consequência, carrear votos para Dilma quando chegar a hora.

No segundo dia da excursão, em Custódia (PE), discursando para uma plateia de operários de um trecho do empreendimento, reunidos para a ocasião, ele disse que resolveu fazer o que qualificou como "uma das maiores obras em realização no mundo" porque "eu, com 7 anos, carreguei pote de água na cabeça, eu sei o sacrifício".

Não poderia faltar, naturalmente, o lance demagógico de dividir os brasileiros em ricos e pobres, uns resistindo aos seus esforços para melhorar a vida dos outros. "Quando a gente quer fazer uma obra como essa", disparou, "os que tomam café da manhã, almoçam, jantam, tomam água gelada todo dia são contra a gente fazer." Na realidade, o projeto tem defensores e críticos em diferentes setores sociais.

O mais afamado opositor da transposição, como se sabe, é o bispo de Barra (BA), dom Luiz Flávio Cappio, que fez greve de fome contra o projeto. Sem citá-lo pelo nome, Lula o incluiu entre os que "não têm conhecimento do bem que essa obra está fazendo", antes de arrematar: "Não posso deixar o povo pobre morrer de sede e fome."

Para Lula, Cappio se compara àqueles que, "na Tijuca, na Avenida Paulista", atacam a iniciativa e depois abrem a geladeira para tomar uma água Perrier, como disse numa entrevista a emissoras regionais.

A tática de fabricar um antagonismo entre o "povo pobre" e os execráveis abastados que consomem água mineral importada, mas são insensíveis às agruras dos que bebem "água barrenta, com caramujo e tudo", é coerente com o seu plano de fazer da sucessão presidencial uma "eleição plebiscitária".

Trata-se de apresentar a ministra Dilma como a força motriz do governo mais progressista e realizador da história brasileira, em contraste com o candidato tucano, principalmente se ele for o governador paulista José Serra, a quem se pespegará o rótulo de representante do período Fernando Henrique, quando, na versão lulista, a economia patinou e os pobres foram esquecidos.

"Ou seja, nós contra eles, pão, pão, queijo, queijo", disse Lula aos repórteres que o acompanhavam. Além destes, o Planalto transportou em avião especial jornalistas do País e de importantes órgãos de comunicação do exterior convidados a percorrer a área.

Todos os movimentos do presidente convergem, portanto, para fixar o nome e a figura de Dilma no imaginário popular como a garantia do prosseguimento das políticas sociais e do avanço econômico.

Nem ele, com os seus índices estelares de aprovação, conseguirá transformar prestígio pessoal em votos para Dilma se o seu eleitorado não se convencer de que ela foi destinada a encarnar o terceiro mandato de Lula. Daí o seu empenho em confinar ao governo de São Paulo as ambições eleitorais do deputado (e seu ex-ministro) Ciro Gomes, também ele integrante da chamada "Caravana do São Francisco".

Outras decerto se sucederão, a menos que a Justiça Eleitoral coíba o carnaval eleitoreiro do presidente da República.

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